PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE SUMARÉ É PRESO EM OPERAÇÃO CONTRA TRÁFICO DE DROGAS
Hélio Silva, vereador e candidato a deputado federal, foi preso nesta quarta-feira (9); operação cumpre mandados em três cidades de SP e uma de MG
Foto: Câmara Municipal de Sumaré
O vereador Hélio Silva (Cidadania), presidente da Câmara Municipal de Sumaré (SP) e candidato a deputado federal, foi preso na manhã desta quarta-feira (9) durante a Operação “Archimagus”, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), da Polícia Federal de Campinas.
A operação investiga um grupo suspeito de associação para o tráfico de drogas e também apura possíveis esquemas de financiamento, armazenamento, distribuição e comercialização de entorpecentes na região de Sumaré.
Segundo informações do 10º Batalhão de Ações Especiais (BAEP) e do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), a ação cumpre dois mandados de prisão temporária e dez mandados de busca e apreensão.
Os mandados são realizados em Campinas (SP), Sumaré (SP), Vinhedo (SP) e em Jacutinga (MG).
Investigação
De acordo com as investigações, há indícios de que o grupo teria uma estrutura para financiar a compra de drogas, armazenar os entorpecentes e distribuí-los para pontos de tráfico na região de Sumaré.
A possível utilização de imóveis e empresas para viabilizar as atividades também é investigada.
Entre os locais vistoriados está um sítio que, segundo as apurações, pode ter sido usado para armazenar drogas.

Foto: Polícia Federal
Para cumprir os mandados, o 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (10º BAEP) empregou equipes em apoio à Polícia Federal.
A operação também conta com equipes do GAECO/MPSP – Núcleo Campinas, Comando de Operações Táticas (COT), Grupo de Pronta Intervenção (GPI) e 1º BAEP.
A FICCO/Campinas reúne forças de segurança federais, estaduais e municipais em ações de combate ao crime organizado.
O que diz o vereador
A equipe do Grupo Metropolitana tenta contato com a defesa de Hélio Silva. A Câmara Municipal de Sumaré e o Partido Cidadania foram procurados para comentar o caso, mas não recebemos retorno até a publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto.
Por: Enzo Oliveira | Grupo Metropolitana

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