EX-PM CONDENADO POR TENTATIVA DE HOMICÍDIO É PRESO EM ACADEMIA DE CAPIVARI
Crime aconteceu em outubro de 2013; vítima foi baleada várias vezes quando voltava do trabalho, mas sobreviveu.
Um ex-policial militar de 43 anos, condenado a mais de 12 anos de prisão por tentativa de homicídio, foi preso na noite desta quinta-feira (15), em uma academia de Capivari (SP), na Região Metropolitana de Piracicaba (RMP). Ele era procurado desde maio de 2025 e foi localizado pela Polícia Civil com apoio da Guarda Civil, por meio da ROMU.
Segundo a Polícia Civil, o homem foi condenado por participar de uma tentativa de homicídio ocorrida em outubro de 2013, em Capivari (SP). Na data do crime, a vítima voltava do trabalho quando foi abordada na Avenida Pio XII e atingida por vários tiros. O homem sobreviveu.
De acordo com as investigações, o crime envolveu dois policiais militares, que na época atuavam no BAEP e na Rota, e um mandante. Os três foram condenados. O ex-PM preso nesta quinta-feira atuava no BAEP, enquanto o outro ex-PM, que atuava na Rota, continua foragido.
Em maio deste ano, a Polícia Civil prendeu o homem apontado como mandante da tentativa de homicídio. Ele foi localizado em uma casa no bairro Engenho Velho, em Capivari. Segundo a polícia, na época do crime, ele era comerciante na cidade e morava em Rafard (SP). Ainda de acordo com a corporação, ele também foi investigado e preso, nos anos 2000, por suspeita de envolvimento no homicídio de Alvino Colombo, que era vereador em Rafard.
A prisão
A Polícia Civil monitorava possíveis endereços onde o condenado poderia ser encontrado. No início deste ano, ele conseguiu fugir de uma tentativa de captura. Após ser localizado na academia, foi levado à delegacia de Capivari, onde a autoridade policial formalizou o cumprimento do mandado. Em seguida, foi encaminhado à Delegacia Participativa de Piracicaba e deverá ser levado ao sistema penitenciário.
Outros crimes
Segundo a polícia, o grupo também é investigado por suspeita de envolvimento em outros seis homicídios na cidade. Os investigadores afirmam que os assassinatos cessaram após as prisões realizadas na época dos crimes.
Por: Enzo Oliveira | Grupo Metropolitana

Comentários